terça-feira, 30 de junho de 2009

Pronto, vá...

Eu andava a tentar. Juro que andava. Mas hoje não resisti. A minha favorita, desde sempre, é esta:

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Também há outras de que gosto particularmente. 'Smooth Criminal', 'You Rock My World' (porque é que os vídeos destas me lembram o Pulha? Eh eh) e 'In the Closet' são algumas. E por agora ficamos por aqui, que vou ali dançar um bocadito.
;)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

No meu melhor

Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...
Não deixar as chaves do carro num armário a dez minutos de sair de casa...











Pensei que as tinha perdido na rua e toca de andar à procura por todo o lado, lojas incluídas. Só mais tarde, atrasadíssima, me lembrei de refazer os meus passos e dei com elas escondidinhas. Que cromo...

;)

Quando vamos ao café, as pequerruchas gostam muito de tomar o seu 'caioca' (carioca de limão, que café não presta). Ultimamente, apreciam, para além do açúcar que põem na chávena, pôr um bocadinho na colher e metê-lo na boca depois. É óbvio que, como mafarricas que são, a quantidade começou a aumentar até termos de lhes pôr travão à gulodice.

No sábado, a farrusca mais nova resolveu tentar impor a sua vontade e não havia quem a demovesse de querer mais. Até que a madrinha do meu irmão, já velhota, resolveu mostrar-lhe o que acontecia quando se comia açúcar a mais e tira a dentadura. Era ver o misto de aflição e nojo que se instalou na cara dela! E acabou logo ali a vontade de querer mais!

Ontem, contou a minha irmã, quando foram ao café e as meninas pediram o seu 'caioca', diz a Farrusca, muito séria, para a empregada: 'Açúcá num é peciso!' E acabou por só pôr um bocadito, mesmo!

Ai, estes nicos de gente... Será que a queda para acreditar em tudo o que dizemos se prolongará por muito mais tempo? Eh eh

domingo, 28 de junho de 2009

Do afecto

Tenho para mim que nós somos o resultado de muitas coisas. A nossa personalidade é o que é, mas recebemos ao longo da nossa vida influência de pessoas, circunstâncias e situações que nos moldaram até sermos o que somos hoje. Eu não sou diferente.
Neste momento, dou por mim a pensar no que é que esta vida que tive e tenho influenciou o meu mundo dos afectos.

Tenho vindo a entender um pouco do meu funcionamento interno. Por exemplo, tenho noção de que me afasto sempre que sinto o afecto a despontar em alguém. É instintivo, é um recuar, um ficar a observar. É arranjar desculpas para não deixar avançar nada, é dar sapatada em quem tenta. Vem de longe, isto, mas agora é muito claro e parece-me que piorou em virtude das circunstâncias. Dou sapatada em quem não me interessa. Mas dou sapatada, na mesma medida, em quem sinto que é um perigo para a minha 'torre de menagem', porque facilmente partiria as últimas paredes que me defendem de inimigos imaginários. Não admira que baralhe algumas cabeças.

Nunca fui mulher de me sujeitar ao pessimismo do 'nunca mais', do 'não vai acontecer'. Não é agora que faço tenções de começar a ser assim. Mas tenho vindo a lutar todos os dias por ultrapassar um certo cansaço triste que me tem vindo a moer por dentro. E que, paradoxalmente, se instala no preciso momento em que sinto mais olhos interessados sobre mim. Em que voltam conversas já tidas. Em que há aproximações lentas. Em que, num lanche ocasional, alguém com quem, em virtude de necessárias distâncias laborais, já passadas, não tive grande proximidade, mas que de repente resolve transformar o 'drª' em 'tu'. Em que, à mesma hora e no mesmo local, outro olhar se cruza com o meu, claramente medindo as circunstâncias.

Eu observo, aprecio e sorrio. E mantenho-me na minha torre, à espera de melhores dias. Nem a propósito, a canção que se segue tem-me vindo à cabeça. Sem destinatário definido, mostra-me que espero, não crendo.Talvez um dia tudo isto faça sentido. E o afecto me entre pela porta dentro sem que eu o trave.

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The Cardigans - You're the Storm


sábado, 27 de junho de 2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Recado (XI)

Tenho a impressão que cumpro, na tua vida, o papel de te mostrar o que poderias ter tido e sempre tiveste medo de procurar.

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Pat Metheny - Letter from home

Lol

Ele há cada ideia espalhada por ... Mas esta tem piada. :D

Gosto especialmente do rodapé: 'O que tu queres sei eu, mas ainda não temos essa.'
Eh eh

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Mapa

Por aqui...

Uma da manhã

Ontem (Hoje) deitei à uma da manhã. Dois minutos depois de ter pousado a cabeça na almofada, ouço uma vozita cheia de urgência, em Farrusquês: "Kia, á mi munko. Ké i bincá cunkigo." Tradução portuguesa: Tia, já dormi muito. Quero ir brincar contigo.

Peguei nela, e fui-lhe mostrar a casa. "Estás a ver? O corredor está a dormir, a cozinha também, assim como a sala. Está tudo a dormir! Não podemos ir lá para dentro."

Depois tinha chichi e lá fomos nós. Acabei a explicar-lhe que naquela casa tudo dorme excepto a casa-de-banho. Raios... Como é que um pirralho de três anitos já se apercebe das nossas patranhas?







PS - Antes de se ir deitar, umas horas antes, recomendou-me, muito séria, que tratasse da boneca dela e depois não me esquecesse de arrumar tudo. Já manda!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Soooooooono...

O Ouriço anda bem e recomenda-se. Teve um fim de semana atarefadíssimo (como todos, este mês) e muito cansativo. Ontem foi dia de chegar a casa e ir para a cama cedo, que o cansaço não perdoou.

Ainda tentou pegar no pc, mas adormeceu quinhentas vezes em cima do teclado, pelo que lá se convenceu a arrastar os picos até à cama. E ainda não acordaram totalmente.

Podia dizer que a idade não perdoa, mas prefiro dizer que o hábito de me meter em mil coisas é que me faz, às vezes, andar quase, quase a dormir em pé. E a ter umas olheiras que davam para plantar couves, nos dizeres de um amigo. Eh eh

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Mãos

Assim, que liguei o computador, há bocado, tive uma vontade quase incontrolável de apagar o que escrevi ontem. Como se tivesse exposto demasiado o que me vai dentro. Uma lógica talvez um tanto estranha, mas muito comum para mim, que nem pelo blog consigo soltar tudo.

Depois resolvi deixar ficar o post. Faz-me bem 'ginasticar' este sentimento de nudez, fragilidade ou lá o que é isto. Esta toca é um ambiente (quase) seguro, pelo que posso usá-lo também assim. E lembrei-me de uma prenda que a Nikky me deu, há uns tempos, e que eu guardei até saber como e quando usar. É hoje.

Porque há mãos que aparecem. Carinhosas. Que agarram, que sossegam. Que ajudam a relaxar. Já as vou sentindo, aqui e ali. E há mãos que não desaparecem, mesmo quando já não as tenho aqui ao meu lado. E por isso vou conseguindo desenrolar-me e agarrar-me, de uma maneira diferente do que estou habituada. Um bocadinho de cada vez, sem largar os picos, mas sem os cravar também. Como o meu primo aqui em baixo. :)

...

Hoje não estavas. E doeu ver vazia a cadeira que é tua. Habituei-me a ver-te ali sentada, habituei-me às nossas conversas, aos risos, aos espantos, às constatações, à cumplicidade. És das raríssimas pessoas que me conhece do avesso e me dá colo, pelo que é complicado não te ter por perto. Por isso doeu. E guardei para mim todas as lágrimas que me apeteceu chorar naquele preciso momento em que me apercebi que o tempo não volta atrás. Eu, no meu melhor, a não querer sentir, a recusar-me a deixar-te ir.

Só mais tarde, bem mais tarde, quando não houve forma de fugir a mim mesma, soltei o furacão. Abri cadeados, olhei-me ao espelho e soltei a dor. Chorei, chorei, chorei. Por dentro e por fora. Sozinha, enrolada, porque não me apeteceu partilhar a dor. Há poucos que entendam os laços que criámos e por hoje bastou-me que uma pessoa entendesse. O resto é para explorar cá dentro. Tenho a impressão que há aqui um caminho que não se faz de palavras de consolo. Faz-se não sei de quê que ainda não descobri. Mas faz-se. É preciso é começar a andar.













Mas dói.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Por estes dias

O Ouriço andou fora da toca nos dias que passaram, como alguns de vocês devem ter reparado. Foi até ao Sul, ver o sol de Ferragudo.

'Boa, Ouriço', dirão alguns. 'Ricos dias de férias!' Pois não, não mesmo. Só esta maluca (bom... mais trinta como ela...) é que vai para o Algarve passar cinco dias fechada num curso. Vi a praia todos os dias, mas só lá fui duas horitas. Eu não tenho mesmo remédio.

Entretanto, o curso foi bom. Foram dias intensos de formação, mas também de tranquilidade. Há muito tempo que não me lembrava de ir assim para um sítio tão calma na minha pele. A ser o que me apetecia ser, a dizer o que achava que devia dizer, a sentir tudo. É muito interessante (e uma nova experiência) conseguir espelhar por fora algumas das coisas que me vão dentro. Eu tive sempre a sensação de que era algo invisível, talvez porque procurava essa invisibilidade ao me deixar ficar a um cantinho, a observar. Desta vez foi diferente.

Isto provocou uma coisa engraçada: senti que era notada. O que, se por um lado me deu vontade de fugir dali para fora, por outro lado me fez sentir muito bem. Deixei-me estar. Faz-me bem sair da casca.

Entretanto, tenho memória de afectos. De gente que olhava para mim (algumas pessoas eu conhecia) com o pensamento 'não me tinha apercebido que eras assim' espelhado na cara. De gente que não me conhecia e que vinha ter comigo para conversar. De festas no cabelo, mãos pousadas nos ombros, abraços sentidos. De risos, brincadeiras, piadas.

Faltou-me uma coisa, de que tive imensas saudades: a minha solidão. Em cinco dias rodeada de gente raramente consegui estar mais do que cinco minutos sozinha. Ao quarto dia estava a rebentar de vontade de desaparecer dali para fora e de voltar a casa. Fiz como se faz aos putos: 'só mais um dia!'

Cheguei cansadíssima (cinco dias de formação intensiva é extenuante), mas revigorada pela diferença de espaços e personagens. Agora é tempo de ler pilhas de mails (não tive net) e de posts! E de me sentar tranquilamente no meu sofá.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

E pronto...

Foi o meu mano que me arrancou um sorriso, nisto que eu andava para ver há muito.

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Já vos disse que tenho um orgulho enorme no meu mano? E no outro também? E na mana? :)


Ó meus amigozzzzz...

Isto de chegar às onze da noite, depois de um dia de trabalho, e levar com idiotas ao telefone já foi, mas agora não é, para mim. Deu-me cá uma fúria! É raro, raríssimo, irritar-me, mas quando acontece, fujam da frente, porque vem daí artilharia pesada!

Foi mais ou menos o que aconteceu hoje. Eu, cansadíssima, e do outro lado uma birra parva de meninos mimados que têm a mania que são importantes. Levaram um 'chega para lá' que até andaram de lado! E ou aprendem, ou estão lixados. Já me chega o trabalho que tenho e o que dou de graça. Eu tenho mais que fazer do que aturar gente parva!

domingo, 7 de junho de 2009

Platão...


...dizia, há muitas centenas de anos, que 'quem não se envolve na política acaba a ser governado pelos seus inferiores'.






É por isso que eu faço sempre ouvir a minha voz.

Críptica (II)

Ontem, em conversa com um amigo que se lamentava porque não tinha tempo para estar com a namorada ao fim de semana (ela é de longe), dei-lhe uma resposta ligeiramente irónica, como é tão meu costume. Qualquer coisa do tipo 'Pois... O X fazia um total de seis horas de viagem para estar com a Y por duas horas, mas ele era maluco, claro...'
Ele devolveu-me um 'Se calhar é porque ela merecia...'
Ao que sorri e respondi: 'Chegaste lá...'

Depois, desatei a rir sozinha. Ai... Eu e as minhas meias palavras...

sábado, 6 de junho de 2009

Críptica (I)

Hoje (ontem?) uma conversa com a Princesa dos Encantos deixou-me a pensar numa outra conversa que tive há uns dias.

Já disse várias vezes que tenho uma dificuldade crónica em perceber como é que os outros me vêem. Não sei se é comum, muitos nem sequer pensarão em semelhante coisa, mas a mim faz-me confusão.
Aqui e ali vou apanhando alguns comentários. Já me disseram que sou simpática, que tenho um sorriso que ilumina a sala onde entro, que as pessoas param para me ouvir. Já me consideraram uma referência, já me disseram 'quero ser como tu'. Por outro lado, e nunca considerei isto positivo, já me descreveram como distante, misteriosa, considerando que não é fácil conhecer-me ou entender-me. Hoje, quando comentava o blog da Princesa e lhe dizia que era incapaz de ser transparente como ela, a resposta que me deu foi que escrevo de forma críptica. Sorri à palavra, por três razões.

A primeira porque implica o mistério que me atribuíram, o que significa que o que faço na vida se nota aqui no blog.

A segunda porque me lembrei de um professor de Literatura que, comparando a minha escrita com a de outra aluna, dizia que eu era transparente e ela críptica. Eu sou transparente, de facto, na transmissão de conhecimentos. Capaz de uma simplicidade e clareza totais. Mas na transmissão de sentimentos e pensamentos... Sou o oposto, pelos vistos.

A terceira por causa da conversa que tive com uma amiga que resolveu 'fazer-me a papa', como dizia. Com uma grande capacidade para integrar partes de mim que aparentemente nada têm em comum, relacionou tudo isto num bolo coerente.

Como? De uma maneira simples. Segundo ela eu sou sedutora. Só e tão simplesmente isso. Sorri à descrição, sem entender muito bem. Eu?? Sedutora?? Por alma de quem??

Mas, de facto, a explicação tem lógica. Que eu atraio, tenho noção. Não me falariam em simpatia e afins se não fosse verdade, parece-me. E à atracção junto o falar por meias palavras, que arrasta o mistério. E isto dá vontade de esgravatar por mais.

Com homens, então, este comportamento é crónico, reconheço. Não dizer tudo, obrigar a pensar é a forma que tenho de ver se, mentalmente, me acompanham o passo. 'Not fair', dirão alguns, 'assim não temos hipótese.' Eu digo, na doce arrogância de quem se sabe valiosa (já me vou valorizando): 'Têm pois. Alguns chegam cá. E normalmente sabem-no, porque não os afasto.'

'Um dom', disse ela. 'Nem toda a gente consegue seduzir, tu faze-lo de forma inata. E nem te apercebes de que o fazes.' Pois... Lá nisso tem razão...

Esta explicação teve o dom de me sossegar. Eu já vou falando, já vou mostrando e sinto-me um pouco mais confortável quando o faço. Mas sei que este raio de feitio vai estar sempre aqui. Agora entendo-o. E sinto-me bem com ele.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Ó gajos do meu blog

Acabo de ir pôr umas moedas no parquímetro. Venho eu a chegar ao carro e reparo num gajo que está a olhar para mim. Vem-me à cabeça que é um pedaço de homem. Passo por ele, no meu passo rápido, e ouço um 'boa tarde'. Fico-me a rir. Volta e meia, estas coisas agora acontecem-me.

Será do contacto visual? Dos jeans que me moldam a silhueta? Ou do facto de me sentir bem comigo mesma? Se calhar nota-se. A ponto de pôr os gajos a olhar para mim é que não percebo porquê.

Expliquem-me lá, pf.

Aviso

Se derem por mim a horas esquisitas pendurada que tempos nos ramos por cima das vossas tocas, sou só eu a embalar-me ao som da música.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Encontros e desencontros

Noite chocha, esta, não por causa do post anterior, mas tão simplesmente porque as despedidas me moem muito e às vezes ainda não sei lidar muito bem com ausências de quem quero bem. São os desencontros a que a vida nos força. Nada a fazer, a não ser aguardar pelos necessários ajustes que teremos de procurar. Digerir a tristeza que ninguém à minha volta percebe e tentar aguardar sem grande stress. Os dias ocupados que se adivinham também ajudam. Enquanto corro, não penso tanto. Vou tomando consciência de que nada se perde, tudo se transforma. Não perdi, vou ganhar transformado. Pode ser que a pior época seja mesmo esta, em que tudo está numa espécie de limbo (logo eu, que detesto limbos).

Entretanto, e enquanto me deixava vaguear, eis que a minha cabeça fugiu completamente aos sentimentos negativos. O desabafo que me permiti ajudou. Pôr para fora sempre me aliviou o coração do peso que às vezes tem. Foi um encontro bom, este. Há amigas de ouro.

Depois, já melhor, descubro em Paris uma das minhas canções de alcova, que não ouvia há muito e que me despertou os sentidos (Paris tem este condão, não é?). Prefiro-a na versão jazz, assim lenta. E que me traz à cabeça sonhos adormecidos. Sonhos de outro tipo de encontros. Aqueles com que a vida, às vezes, nos surpreende. Dei por mim a sorrir e a imaginar, quem sabe um dia, uma dança eventual, uma lareira, dois copos de um bom vinho e...

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Vou dormir bem melhor. ;)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Recado (X)

Foste o primeiro, e o único, que me invadiu tipo vendaval, não deixando espaço para defesas (esta música fazia todo, tanto sentido). Ensinaste-me algumas coisas sobre mim, há coisas em ti que vou sempre amar. Uma delas é precisamente essa capacidade de me fazer sentir eu, com tudo o que tenho de frágil e de forte. Só eu, descansadamente eu.

A merda é que, por causa disto, ainda não saíste da minha vida. Não recebi um milésimo do que dei, é um facto. Por tudo isso e muito mais, já não te trago no coração, mas é um facto que procuro nos homens que vão cruzando a minha vida rasto do sossego e liberdade que senti contigo, nos tempos tão distantes em que me fazias bem. Procuro esta sensação, é a ela que aspiro, porque só assim me senti confortável com alguém dentro da pele.

Não sei se se pode amar de várias maneiras. Eu não me satisfaço é a amar pela metade. Ou a sentir pela metade.

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

?

Expiliquem-me lá, que eu às vezes não me entendo... Se eu sou do FêKêPê e ando aí de sorriso na cara porque "boltámos a ser campeões, carago!", porque é que este blog tem uma 'cabeça' vermelha e branca e eu não tenho nenhuma vontade de a mudar? Hum?