quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Da liberdade

Hoje andei a passear e deparei-me com uma imagem que me lembrou que anteontem sonhei com isto:


Mais concretamente, sonhei com as três primeiras frases. Ao acordar, lembrei-me do que é que me espanta numa relação. Do que é que procuro. Liberdade. Tão só e tão simplesmente liberdade.

Dizem que o amor liberta e é verdade. Eu já senti a liberdade de ser exactamente como sou, sem subterfúgios, sem esconderijos, sem medos. Poder ser como sou, cantar, dançar, brincar, dizer asneiras, gritar, preguiçar, chorar, parvejar sem barreiras. Ser só eu, tão descansadamente eu. A ponto de dormir tranquila e profundamente ao lado de alguém, quando por norma tenho um sono leve, leve.

Sempre me espantou esta sensação que não consigo descrever. Senti-a ontem, outra vez, no meu sonho. A relembrar-me do que é que ando à procura. Até lá, tenho liberdade comigo mesma.

4 comentários:

Storyteller disse...

Vamos lá esclarecer uma coisa: afinal quando é que sonhaste? Ontem ou anteontem? Reformulo, dado já passar da meia-noite: afinal quando é que sonhaste? Anteontem ou no dia anterior?

Posto isto, prossigamos para o comentário a sério...
Eu já conheci o amor castrador e o amor libertador.

O amor castrador ficou no passado. Já não interessa. Nem sequer é saudável ir visitá-lo. Se calhar nem amor foi...

O amor libertador está no meu presente. Interessa muitíssimo. É saudável senti-lo. Se calhar é amor...

E agora, se não te importares, vou dedicar-me aos 35 mil caracteres que tenho de escrever sobre meningite bacteriana!

13 disse...

A minha resposta está lá atrás :)

mf disse...

Storyteller:

Faz lá contas e depois diz-me, ó cromo!

Quanto ao resto, gosto de te ver assim. ;)

Bom trabalho!

mf disse...

13:

É, de facto, muito complicado encontrar alguém que nos devolva a liberdade e nos aceite como somos. Percebo muitíssimo bem as saudades que sentes: nem todos têm a sorte de já ter sentido o misto de emoções de que falas. eu já as senti. e também tenho saudades delas. :)

Beijo