domingo, 21 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Dos momentos que valem ouro

Têm sido engraçadas algumas reacções das pessoas a este novo amor. É que, de repente, são levadas a olhar de forma diferente para duas pessoas que nunca relacionaram. Há surpresa, há sorrisos. E depois há amigos, como aquele do R., que me conhece profissionalmente apenas, e que, à notícia dada por ele, fica parado e só lhe sai um "F...-se! Tu não brincas em serviço!"

Obrigada, meu Amor. Numa tarde como a de hoje, o teu olhar de orgulho e o teu sorriso sacana valeram por mil. ;)

...

Às vezes, há conversas que nos moem por dentro. Daquelas que, quando as temos, nos fazem perceber que estamos zangados. Ou tristes. Ou magoados. Ou tudo ao mesmo tempo. Más, pelo pó que trazem quando levantamos o tapete. Boas, porque nos fazem livrar da porcaria. E nos permitem arrumar mais um bocadito da toca.




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Vende-se...

uma daquelas constipações brutais a que se costuma chamar 'carraspana'...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Conversas

Ontem, a mana, gravidíssima, ainda não tinha conseguido chegar a consenso com o seu excelentíssimo marido e filhotas a propósito do nome da princesa que vem aí. Vai daí, numa viagem, decidiu dizer que de ontem não passava: havia que chegar a algum lado! Eis o diálogo que se seguiu:

Piu-Piu: Está bem. Vamos vomitar (= vamos votar).
Papá: Francelina.
Mamã: (não faço ideia o que terá sido)
Piu-Piu: Maria Inês.
Farrusca: Uana Maía (= Joana Maria)
Piu-Piu: Esta não conta! Empatámos! Vamos vomitar outra vez! (E em surdina para a irmã:) Agora dizes Maria Inês...
Farrusca (com o seu ar característico de resignada): Tá beeeem....
Papá: Francelina.
Mamã: (não faço ideia o que terá sido)
Piu-Piu: Maria Inês.
Farrusca: Mi Nês.
Piu-Piu: Ganhámoooooos!!!!

E assim se vive democraticamente. Eh eh

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

15 (14+1)

Isto anda a ecoar na minha cabeça desde ontem... Só porque, nestes dias, têm havido momentos atrás de momentos em que o meu coração volta a perder-se outra vez...


domingo, 14 de fevereiro de 2010

14

Não me lembro de ter tido um Dia dos Namorados. Talvez por isso, este ano pensei que deveria ter 'aquele dia' que há muito tempo merecia. E tive. Foi hoje.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Da discriminação, qualquer que seja

Talvez por ser mulher. Talvez por já ter sentido na pele a discriminação e ter detestados ser 'marcada' por uma única característica minha, quando tanta coisa me define. Talvez porque seria de esperar que no século XXI este tipo de coisas fosse só parte de histórias passadas. Mas pronto... O 'racismo sexual', como alguns lhe chamam, anda vivo e bem vivo. E em sítios impensáveis, como este.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Dos laços

Hoje a P. entrou-me no msn. Com uma música que eu adoro e que já não ouvia há muito tempo. Esta:


Mal ela sabia que me caía que nem uma luva... Mas ficou a saber. Conversa de muito tempo, de contar novidades, de falar do que vai cá dentro. A P. conhece-me do avesso e sorriu, muitas vezes, do lado de lá dos quilómetros que nos separam, nesta distância que é muita e nenhuma. Para ela também não há muralhas aqui dentro. Há vida, esta vida que ela me ajudou a ter e me ensinou a cuidar. Tive várias mãos que me ajudaram a erguer neste caminho pedregoso e duro. As dela foram as primeiras que procurei, as primeiras que aceitei. Sem subterfúgios. Na esperança de dias melhores. Que chegaram, como ela sempre disse que chegariam. E assim se criam laços e se prendem pessoas ao nosso coração...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Era hoje...




Ai, era, era...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Das constatações

Enquanto andamos a tratar de nós e a pôr a cabeça em ordem, ficamos sempre a pensar nos frutos desses 'tratos'. Correrá bem ou não? Conseguiremos expulsar os fantasmas ou ficaremos com eles agarrados ao tornozelo? Conseguiremos mudar anos e anos a fio de mecanismos perros e complicados que acabam por nos cortar as pernas? A vida encarregar-se-á, depois de tanto esforço, de nos mostrar que valeu a pena?

Com tanta questão dentro da cabeça, é bom constatar que há frutos e que são muitos e bons. De facto, o esforço foi muito, mas agora vejo como foi bom não desistir de mim. A honestidade e a capacidade de enfrentar medos e fantasmas converteu-se em lucidez e força.

Mesmo assim, não deixo de me espantar a cada dia que passa com a enorme mudança que se operou em mim. É, de facto, brutal o que vai aqui por dentro, agora que parece que a minha vida deu um salto que queria. Sinto-me muito mais autêntica e livre do que antes, mas de uma forma que não sonhei ser capaz de sentir. Ou mostrar. E, por isso, encontro-me a pisar terreno desconhecido, o que não deixa de ser assustador. Mas é tão bom, ao mesmo tempo...



domingo, 7 de fevereiro de 2010

Este blog

Se este blog tivesse outra por dona, provavelmente estaria agora a destilar mel por todos os poros. Seriam posts atrás de posts atrás de posts cheios de encantamento. Mas como este blog tem esta dona espinhosa, há muito que vai ficar por dizer daquilo que vai andando por aqui. Não sou pessoa de espalhafato nem de andar a gritar aos ventos a felicidade. Quem me conhece, diz que ela transpira. Sei que se nota no olhar, no sorriso. Neste fim de semana recebi um abraço apertado do N. quando se despediu de mim. 'Gosto tanto de te ver assim...'

Há, no entanto, aquele outro lado que não transpira no olhar nem no sorriso. Aquele lado que é feito de mãos que se cruzam e de palavras e olhares que se guardam por dentro e se protegem. Se fosse para contar, falaria dos anos que já passaram desde que nos vimos pela primeira vez ou de como nos reencontrámos. Do tanto que contámos um ao outro, da cumplicidade que tanto tempo foi só nossa, dos pensamentos fugidios. De como este ponto de partida não é um ponto de partida típico. Desta espécie de furacão que nos trocou as voltas à vida.

Mas porque este blog é espinhoso como a dona, muito, muitíssimo vai ficar por contar. Há um espaço que se guarda por dentro e se vive aí. Não se partilha com mais ninguém a não ser com o outro. Não só porque a maioria não entenderia (nós não somos nada 'típicos' no pensar e no sentir), mas porque há coisas que são só dos dois. É assim que se cria intimidade.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Das conversas

Eu gosto de conversar. Falar e ouvir. Há conversas de circunstância, como as que tenho com quem mal conheço, onde podemos aprender e descobrir novos mundos. Há conversas de café giríssimas, como as que tenho com os meus amigos, onde se brinca e se 'pinta a manta'. Há conversas singelas, como as que tenho com as minhas meninas, onde descubro aquelas grandes verdades simples. Há conversas profundas com quem nos conhece bem e onde aprendemos a pensar e nos descobrimos melhores do que achamos que somos. Há conversas sobre tudo e nada, como as que tenho com os meus pais e irmãos, onde mantemos e aprofundamos os laços. E há conversas onde nos mostramos assim como somos, abrindo portas, escancarando janelas, galgando muros. Conversas que rebentam com qualquer muralha. É só uma questão de tempo.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Destes dias

Dias absolutamente alucinantes, estes. De trabalho intenso, intensíssimo, quase sem paragens, que só terminará (felizmente!) na próxima semana. A casa está em pantanas, de mim na blogosfera quase nem sinais. Mas nada de stress. Podia dizer que é porque o descanso é suficiente e a alimentação cuidada, mas não é verdade.

A verdade é que me basta o coração feliz.







Da minha Crazy Lazy Beautiful Jane...
:)



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

De hoje

Dia de cansaço extremo. Depois de um fim de semana extenuante de emoções e trabalho, num mês extenuante de trabalho e emoções, começo a parar, não porque o trabalho ou as emoções tenham acabado, mas porque estou 'de todo'.

Tenho a sensação de que passei por uma erupção vulcânica ou por um tornado, tal é a reviravolta que me sinto a dar. Às vezes, sinto muitas mudanças, demasiadas, fico assustadiça. Noutras alturas, saudades de poder só sentar-me a conversar, de cabeça no ombro e mão na mão. Em alguns momentos até tenho medo de mim, tal é a vontade que tenho de agarrar a vida com as duas mãos.

Em momentos intensos, tenho alguma dificuldade em viver no equilíbrio e este não é excepção. Ainda não saí da montanha russa e ando à procura, com dificuldade, do meu ponto de equilíbrio. Aquele que virá com o tempo, com as conversas, com os acertos e desacertos, com as descobertas.

Há uns dias, a A. disse-me 'Vive!' e estou a tentar seguir o conselho. Mas conheço-me bem, sei que vou andar a recuar e a avançar durante algum tempo. Por agora vou-me deixando esperar. Vou sorrindo, vou brincando. Vou recomeçando. Mais passo atrás, mais passo à frente, a vida é uma dança que, apesar de algumas calcadelas, um dia sai harmoniosa.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Finalmente

Eu já merecia uma pessoa como tu.
Tu já merecias uma pessoa como eu.



:)

domingo, 24 de janeiro de 2010

...

É possível sentirmos que a devastação foi tão grande que ninguém quererá ver o que está para lá da terra queimada?


É.


sábado, 23 de janeiro de 2010

Hoje

Acordei cansada, mas descansada, no meu silêncio e a pensar. Tiveste o condão de me acalmar, pouco depois. Ouvir-te e
sentir-te bem fez-me bem e sossegou-me. Sinto-me extraordinariamente tranquila. E estranhamente acompanhada.

Estou a parar neste espaço, a tentar deixar que o meu coração sinta, sem rédea. O medo impede-me de sentir tudo o que deveria, mas vou conseguindo. Um sorriso parou-me nos lábios, tenho andado todo o dia a brincar. Sem ti e contigo. Estranhamente acompanhada.



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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

...

Foi hoje. Estas coisas de nos sentarmos a conversar comporta o risco de darmos por nós, mesmo que não achemos que estamos no timming certo, a abrir o coração. Talvez tenha sido do cansaço em que ando, talvez tenha sido a vontade de já não guardar nada, talvez tenha sido porque me senti bem. Não sei. Mas sei que te disse muitas coisas antes de te dizer o que para ti era impensável e, tenho a impressão, não ousavas pensar que pudesse vir a suceder.

Aconteceu outro dia, voltou a acontecer mais vezes. Apercebi-me, assim, de repente que quando um homem me chama a atenção, comparo-o contigo. Sem dar por isso, a imagem que me serve de modelo nestas coisas de homens és tu. E dar por ti assim, a passear tão descontraidamente por entre as pedras caídas das minhas muralhas (logo eu, tão vigilante, tão atenta, tão desconfiada) foi qualquer coisa que me surpreendeu e muito. Mas aconteceu.

Tu reagiste de uma maneira muito próxima daquilo que eu imaginava. Deste-me o espaço que te pedi, o tempo de que necessito para não perder o pé mais do que senti que já perdi. Disseste duas ou três coisas que me deixaram a olhar. Trataste-me como me sempre me tratas, muito bem (tão bem que me assusta, tu sabes, porque não estou habituada a que me tratem assim).

Agora não sei muito bem o que fazer com este passo dado à frente que me deixou a balançar na corda. Recomeçar do zero não é fácil. Não sei se quero, não sei se consigo, não sei nada e sei, ao mesmo tempo. Assusta mais, muito mais do que poderia pensar. Talvez por isso, quando nos separámos (o trabalho não perdoa), a viagem foi feita num misto de emoções. Ri e chorei, senti-me perdida e terrivelmente preocupada contigo, senti-me feliz, fiquei sem saber se fiz bem ou mal.

Agora, horas depois, e porque o trabalho também nos desembrenha dos pensamentos, sinto-me tranquila. Tenho a impressão que deixei contigo o vulcão e trouxe o sossego. É como se tivesse aberto o reduto de paz que tu consegues ser e me tivesse sentado lá dentro a descansar. Guardei o teu olhar e tenho estado a olhar para ti, em silêncio, no meu silêncio. Mas os medos… Esses vão e vêm, enquanto equaciono e peso ‘as variáveis’. Há de todos os tipos, para dar e vender. Listei-tos provavelmente quase todos, senão todos, que nos habituámos a conversar e a escavar tudo até ao mais fundo que conseguimos. Antes, e sem que desses por isso, marquei fronteiras, esclareci posições, mostrei-te o que quero para mim.

Não sei onde isto vai parar (era tão bom se conseguíssemos prever o futuro, não era?). Sei só que já me chega e já te chega de dor. Já chega, não a quero para mim e não quero trazer-ta também. No meio das dúvidas e dos medos, isso sei bem. É um início, por entre as incertezas.



quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Da criatividade nem sempre compreendida que nos brota da cabeça (ou como os amigos estão sempre lá)




PS - Eu sabia que ainda ia ia descobrir onde nasceu a minha tetravó...


terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Diz que é uma espécie de amor (mas não é)

A procurar. Cheira-me que gosto. Às vezes há quem consiga pôr por palavras aquilo que já tentámos explicar, ao dizer o que não queremos, mas que não conseguimos que entendessem.


"Habituamo-nos a amar sem nos sentirmos amados e a esse sentimento, cortado por surpresas curtas, passamos a chamar amor. E com verdade. No mundo das ausências, onde a tristeza vem de sabermos muito bem o que nos falta, a nós e àqueles que nos rodeiam, a bondade, que nos torna vulneráveis aos sofrimentos daqueles que nos acompanham e nos faz sofrer duas vezes mais do que se estivéssemos sozinhos, é o preço que pagamos por não sermos amargos. É graças à bondade que estamos tristes acompanhados. Há uma última doçura em sermos tristes num mundo triste. Igual a nós."

Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'



Roubado aqui.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Desabafo

Às vezes gostava de não ser tão responsável. Só para poder pôr para trás das costas uma série de coisas que tenho por fazer e que não me pagam para fazer. Em mês de trabalho intenso, é difícil não responder quando ouvimos coisas como 'temos de ser responsáveis, temos uma imagem para defender, a verdade é dura e coiso e tal'... Tive de me conter para não mandar mail de volta a responder: "E se fosses plantar batatas, não? Alimentavas o mundo e deixavas de me chatear a cabeça." Um dia destes sai mesmo. Ou mando tudo para o espaço e pronto.

Estou tão cansada...

Ora bem...

Eu raramente ponho coisas destas aqui no blog, que isto é mais para o eu de dentro do que para aquele de fora, que conversa sobre estes assuntos ao vivo.

Não vou comentar se há ou não há pandemia, se é tudo estratégia da indústria farmacêutica ou se as intenções de todos foram as melhores. O que me chamou a atenção foi o texto que recebi no mesmo email em que me chegou desenho.

Reza assim:


O meu pai costuma dizer que devia ser obrigatório toda a gente visitar três sítios: um hospital, um tribunal e uma prisão. Eu acrescentaria viver num país de terceiro mundo durante uns meses. Não há como ver, in loco, as condições de vida das pessoas que morrem com doenças que tratamos quase como normais...

domingo, 17 de janeiro de 2010

Chegou!

Vão lá espreitar a minha cara aqui e digam lá se eu não tenho sorte...

:)



sábado, 16 de janeiro de 2010

Do risco

Eu sei, desde há muito tempo, que chega sempre o momento de arriscar. E, em muitos aspectos, eu tenho arriscado muito nos últimos meses. Em alguns campos da minha vida, a mudança foi gigantesca. Foram tempos de enfrentar desafios e medos, de partir pedra, de afastar calhaus do caminho. Pus mãos à obra e reergui muito do que estava destruído, muito do que queria construir e nunca consegui.

Há, no entanto, mais para vir. E sinto-me agora numa encruzilhada que me é de alguma forma familiar. O que é bom, mas ao mesmo tempo é um problema. É bom porque é sinal que a vida renasce dos escombros para um futuro que ainda não se escreveu e em que posso redesenhar os meus sonhos. É um problema porque implica lidar com as memórias da devastação e com o medo profundo, profundíssimo, de que se repita.

Sei que tenho agora muito mais do que antes em termos de protecção. Tenho, por um lado, uma consciência muito mais clara de mim mesma, dos meus 'mecanismos', dos meus vícios e das minhas virtudes em matéria dos outros. E tenho mãos, várias, que me podem agarrar e sustentar no caminho, se voltar a ir por aí abaixo. Mas não deixo de ter medo, um medo pesado.

Nunca me pararam, os medos, mais cedo ou mais tarde eu passei por cima de todos. Mas aqui na fronteira, aquela que medeia entre o recuo ou o risco, estou agora com o medo nas mãos, à espera. À espera do momento em que o vou atirar para trás e vou dar o passo em frente.





quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Verdade 10


É outra perspectiva, muito, mas muito interessante. Porque a tónica não é a negativa (a incapacidade de se dar), mas a positiva (em quem vale a pena investir).


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Destes dias

Aqui há dois dias, duas conversas na mesma noite. Uma já com ideias vindas de trás. Palavras e mais palavras, das quais gravei na minha cabeça isto:

S.: "Estás a ver porque é que eu acho que tu darás uma mãe tremenda? Porque tu vais estar lá!"

G.: "Tu não és complicada porque, ao contrário da esmagadora maioria das pessoas, jogas com as cartas na mesa à vista de todos. Curiosamente 'toda a gente' joga dissimuladamente e tu deste-te ao luxo de elaborar as tuas próprias regras segundo o que achas que deve ser."

G.: "Irra, maf!, é complicado apontar-te um defeito, sabias!?? (...) Tu pareces inalcançável para quem tem dois dedos de testa porque acumulas uma quantidade enorme de qualidades."


Fizeram-me chorar. Fizeram-me rir. Fizeram-me bem.

Às vezes é preciso ouvir/ler o que vai na alma dos outros para nos atrevermos a olhar o que está do outro lado do espelho. E o meu coração vai absorvendo estas e outras coisas. E, no meio do labirinto onde deu por si mesmo, não está a saber bem o que fazer com elas... Ou se calhar até sabe, não sabe é o porquê, o quando, o como, o onde... Se calhar, também não é importante. Como dizia a outra, "I like the sweet life and the silence, but it's the storm that I believe in..."

...




terça-feira, 12 de janeiro de 2010