sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Casa

Hoje, em conversa, relembrei uma coisa que aprendi há uns tempos, no momento em que decidi dar a volta e virar à direita no caminho. Quem percebe mais disto do que eu disse-me que eu sou uma ‘cuidadora’. Nada a fazer. Eu sou, por definição e essência, uma pessoa preocupada com os outros. Aquela mão sempre estendida, aquela palavra amiga, aquela que todos procuram quando há um problema. Que todos escutam, por não julgar e por apresentar um discurso coerente e lógico. Sou a casa de toda a gente. O problema é que ninguém é a minha casa. Eu não deixo... Raios partam os medos.
Mas estou a tratar do assunto... Afinal, não há muralhas intransponíveis, pois não?

8 comentários:

Bruno Fehr disse...

Nao não há!

mf disse...

Bruno Fehr:

:)

(In)Questionável disse...

E acreditas que o teu "cuidador" acabou de chegar?

Jane Doe disse...

Pah, quando resolveres isso tens uma casa em Barcelona à tua espera!

Uma casa e uma casa!

;)

Entretanto vamos caminhando...

mf disse...

Jane Doe:
El viaje está prometido e yo iré... ;)

mf disse...

(In)Questionável:
Senti borboletas a dançar na barriga... E fiquei de novo sem palavras...

moi disse...

Todos nós temos uma "casa"......todos....mesmo ás vezes sem saber....mas temos...

:)

mf disse...

Moi:
Eu 'sinto' que terei uma... Logo se vê é onde... :)