terça-feira, 4 de novembro de 2008

Confissão

Eu sou esta canção. Raramente deixo que alguém a seja para mim. Tenho o péssimo hábito de achar que os meus fantasmas são apenas meus. Mas estou a aprender a partilhá-los... :)

10 comentários:

Quando Existe Um Nós disse...

Sorriso!!

mf disse...

O sorriso é sempre a minha imagem de marca! :)

observador disse...

...e quanto mais sorrires, menos peso fases no Atlas...

mf disse...

Pois... Alivia, não é? Sorriso para ti!

John Doe disse...

Eu pelo contrário, cada vez mais acho que devo engolir tudo...

Tolices...

mf disse...

John,
tolices, pois claro! ;)
Deixa-me cá reflectir em conjunto: imagina que te espetas num prego ferrugento ou te cortas num vidro, na praia. Logo o corpo se prepara para expulsar quaisquer corpos estranhos que por ali andem, sejam pedacinhos de ferro ou grãos de areia. Luta, cria pus até, mas acaba por conseguir!
Eu digo que a nossa alma devia funcionar da mesma maneira. Sempre que alguém, de propósito ou inadvertidamente, nos corta por dentro, compete-nos lutar para expulsar os corpos estranhos que por ali ficam a infectar... Podemos remoer, ir reunindo 'munições', mas em algum tempo temos de começar a expulsar o pus que se criou... E atrás dele virá o corpo estranho. Seja falando, seja escrevendo, tem de sair de alguma forma... Depois, é deixar cicatrizar... Dói? Ah, pois dói! Mas lá virá o tempo em que a cicatriz (essa lá fica) já não magoa... :)

John Doe disse...

Talves seja por isso mesmo que escrevo... E escrevo de duas formas, aquilo que todos podem ler e aquilo que só eu posso ler...

Mas a escrita e talvez o meu grito....

mf disse...

Então grita, homem! Gritar faz bem! ;)

John Doe disse...

De dissesses ri-te perguntar-te se tinhas comissão da Frize....

Só para nos rirmos um pedacito...

mf disse...

Vou pensar no teu caso! Talvez me candidate a um lugarzinho num anúncio! ;)